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	<title>Cátia Kitahara</title>
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		<title>Me pega no colo, titia?</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Aug 2010 20:25:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cátia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Fui feliz]]></category>

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		<description><![CDATA[Fui feliz há alguns anos, quando minha sobrinha Letícia tinha uns cinco anos de idade. Minha irmã, Cíntia, dois anos mais velha que eu, é casada com um australiano e tem dois filhos, Letícia e Felipe. Eles moram na Austrália e a cada um ano e meio ou dois eles vêm nos visitar. Às vésperas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fui feliz há alguns anos, quando minha sobrinha Letícia tinha uns cinco anos de idade. Minha irmã, Cíntia, dois anos mais velha que eu, é casada com um australiano e tem dois filhos, Letícia e Felipe. Eles moram na Austrália e a cada um ano e meio ou dois eles vêm nos visitar. Às vésperas deles irem embora, fui até a cidade (centro comercial de Mogi) comprar algumas coisas que minha irmã pediu. Levei a Letícia comigo. Fomos conversando de mãos dadas e em certo momento eu disse:</p>
<p>- Amanhã, a essa hora vocês já estarão no avião.</p>
<p>Imediatamente a Letícia me pediu:</p>
<p>- Me pega no colo, Titia?</p>
<p>Peguei ela no colo, e apesar de já ser grande e pesada, tentei carregá-la assim o máximo que eu pude.</p>
<p>Fui feliz.</p>
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		<title>São Paulo</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jul 2010 02:44:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cátia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Antes de mais nada, escrevo este post depois de passar quase 3 horas no trânsito de marginal+Airton Senna em véspera de feriado, sendo hostilizada por motoboys malditos, caminhões monstruosos e motoristas sem mãe.
Eu juro que tentei, eu juro! Mas tá difícil, São Paulo. Eu passei um mês sem dizer que te odeio, que odeio seu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de mais nada, escrevo este post depois de passar quase 3 horas no trânsito de marginal+Airton Senna em véspera de feriado, sendo hostilizada por motoboys malditos, caminhões monstruosos e motoristas sem mãe.</p>
<p>Eu juro que tentei, eu juro! Mas tá difícil, São Paulo. Eu passei um mês sem dizer que te odeio, que odeio seu trânsito, que odeio sua sujeira, que odeio ver a tua pobreza crua, que odeio o cheiro de fumaça, que odeio seus motoboys, sua pressa, seu stress, sua solidão, seu cinza, suas putas e michês, seus mendigos dormindo nas calçadas, cantos, esquinas, pontes, viadutos, escadas, portas, beirais, soleiras, seus loucos, suas buzinas, o ronco de seus motores, seus carros correndo, suas caras fechadas, seus maus humores, seus silêncios, suas indiferenças, seu papo sobre trabalho, trabalho trabalho trabalho, seus cobradores entediados, seus motoristas de ônibus impacientes, seus corredores de ônibus, seus ônibus e metrô lotados, seus shoppings fúteis, seus modernos pescoçudos, seus óculos retrôs, suas baladas viradas, seus tênis adidas, seus executivos em carrões, suas mulheres de óculos escuros em SUVs sempre avançando nas faixas de pedestres, lixo por todos os lados, fachadas sujas, poeira preta, pichações, odeio tudo isso e tudo mais que me oprime e que é o avesso, não do avesso, mas o avesso do que eu sou e do que eu quero ser e viver.</p>
<p>Agora me pergunto: porque achei que conseguiria conviver com isso?</p>
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		<title>Ano novo &#8211; sou mortal</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Jun 2010 23:57:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cátia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Et coetera]]></category>

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		<description><![CDATA[Começando um ano novo novamente. Desta vez iniciando com mudanças, mudanças não tanto ansiadas quanto necessárias. Necessárias&#8230; Sempre me coloquei como espectadora de mim mesma, mas preciso protagonizar, tomar as rédeas, agarrar a vida pelas aspas, como um touro, como dizia o personagem Toríbio de Érico Veríssimo. Essa síndrome de boa moça tem que acabar, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Começando um ano novo novamente. Desta vez iniciando com mudanças, mudanças não tanto ansiadas quanto necessárias. Necessárias&#8230; Sempre me coloquei como espectadora de mim mesma, mas preciso protagonizar, tomar as rédeas, agarrar a vida pelas aspas, como um touro, como dizia o personagem Toríbio de Érico Veríssimo. Essa síndrome de boa moça tem que acabar, o que eu mais quero é perder o juízo, mas sem perder a razão. Sou mortal.</p>
<p>A vida tem me levado, e o ritmo tem sido lento, mas com solavancos, talvez como um carro de boi, devagar, sempre, e socando, socando. Sou mortal.</p>
<p>Sou mortal, sou mortal, sou mortal.</p>
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		<title>Porque sou a favor da legalização do aborto</title>
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		<pubDate>Wed, 12 May 2010 00:52:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cátia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Et coetera]]></category>
		<category><![CDATA[aborto]]></category>
		<category><![CDATA[legalização do aborto]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje descobri que o dia do meu aniversário, dia 28 de maio é também o Dia  Internacional de Luta pela Saúde da  Mulher. Haverá o Ato  em defesa das vidas das mulheres: Contra a  CPI do Aborto! na praça João Mendes, Centro de São Paulo capital, às  14h. Por este [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje descobri que o dia do meu aniversário, dia 28 de maio é também o Dia  Internacional de Luta pela Saúde da  Mulher. Haverá o <strong>Ato  em defesa das vidas das mulheres: Contra a  CPI do Aborto! </strong>na praça João Mendes, Centro de São Paulo capital, às  14h. Por este motivo, acho que seria uma boa oportunidade para explicar porque sou a favor da legalização do aborto.<span id="more-280"></span></p>
<blockquote><p>&#8220;Eu vim para que todos tenham vida, que todos tenham vida plenamente&#8221; &#8211; Jo 10,10</p></blockquote>
<p>Sou uma pessoa de forte formação católica. Apesar de não mais acreditar na existência de Deus e de não ser mais uma católica, grande parte dos meus valores vieram desta formação cristã. Os valores que eu respeito são valores cristãos e também valores humanistas: amor ao próximo, não violência, caridade, bondade, perdão, compaixão e respeito à vida.</p>
<p>Este último valor para mim é o maior de todos: o respeito à vida, principalmente o respeito à vida humana. O respeito à vida é o respeito à vida em sua plenitude. Para uma vida ser plena, ela necessita minimamente de condições básicas de sobrevivência, mas também necessita de uma condição tão importante quanto as básicas: dignidade. A dignidade de uma vida reflete a capacidade dela ser respeitada como uma individualidade soberana, desde o seu início até o seu fim. Para uma vida ser plena e digna é preciso que todos seus direitos sejam respeitados e válidos e que o princípio de igualdade seja reconhecido.</p>
<p>Isto colocado, quero afirmar que a legalização do aborto, diferentemente do que muitos querem fazer crer, não vai contra o respeito à vida humana, mas ao seu favor. Para provar esta afirmação basta ler as estatísticas relativas ao aborto clandestino e mortes maternas. O aborto é a terceira causa de mortes maternas no Brasil. Neste contexto é importante que as pessoas entendam corretamente o que é aborto. De acordo com a Organização Mundial da Saúde é considerado aborto o produto da interrupção de uma gravidez quando ocorre até a 22 (vigésima segunda) semana completa de gestação, 154 dias, e com produto da concepção pesando até 500gr. Depois deste período, é considerado parto prematuro</p>
<blockquote><p>&#8220;A César o que é de César&#8221; &#8211; Mc 12, 13-17</p></blockquote>
<p>A legalização do aborto e o aborto em si não são a mesma coisa. A legalização do aborto é reconhecer o direito primordial e soberano da mulher em decidir uma questão que se refere ao seu próprio corpo. Apesar de ser a favor da legalização do aborto, em grande parte dos casos eu seria contra a sua realização, mas nunca deixaria de respeitar o direito da mulher tomar a decisão final e nem me precipitaria em ter uma posição inflexível sobre um assunto tão delicado e que envolve tantas questões e fatores. Esta é uma decisão pessoal, que não cabe a ninguém mais, além da própria mulher, seja governo, partidos ou muito menos ainda religiões. Vivemos em um estado laico, somos livres para professar ou não professar fé no deus que quisermos, portanto, não há religião que possa por direito legislar sobre este tema. Cabe à mulher decidir se quer levar uma gravidez a cabo e ainda se deseja ser mãe. Cabe ao governo proporcionar condições em que a gravidez não ocorra quando não planejada, através de educação sexual, planejamento familiar. Cabe ao governo proporcionar segurança para as mulheres e reprimir a violência contra as mulheres, para que não ocorram estupros e gravidez decorrente de estupros. Cabe ao governo garantir acesso à saúde para a mulher nos casos extremos.</p>
<p>A legalização do aborto também não significa que qualquer aborto será legal, a defesa da legalização do aborto pelas feministas não é  indiscriminada. Ela baseia-se na proposta de projeto de lei que legaliza o aborto no Brasil, resultante do trabalho da Comissão Tripartite, elaborado em 2005, sob coordenação da Secretaria Especial de Políticas para Mulheres (SPM). Esta Comissão foi instalada pelo Governo Federal para responder à deliberação da I Conferência Nacional de Políticas para Mulheres (CNPM), deliberação esta que foi reafirmada na II CNPM, eventos que juntos reuniram mais de 200 mil mulheres nos anos de 2004 e 2007.</p>
<p>De acordo com esta proposta, o aborto será legal se realizado sempre por livre decisão da mulher e nas seguintes condições:</p>
<ul>
<li>realizado até a 12ª semana de gestação (quando o feto ainda não possui atividade cerebral);</li>
<li>realizado até a 20ª semana de gravidez, quando a gravidez decorre de violência sexual;</li>
<li>realizado a qualquer momento, em casos de grave risco para a vida da mulher gestante.</li>
</ul>
<p>A legalização do aborto é a prioridade da luta feminista e neste ano de eleições nós mulheres devemos estar atentas sobre o posicionamento dos nossos candidatos a respeito desta questão. Dilma Roussef já declarou em entrevista a <a href="http://www.dilmanaweb.com.br/noticias/entry/nos-fizemos-e-sabemos-como-continuar-a-fazer/">Isto é</a> que aborto é questão de saúde pública, com uma leve tendência para a legalização. Porém no site dela não encontramos nada a respeito, além da íntegra da entrevista para a Isto é. Marina Silva pronunciou em entrevista à <a href="http://revistatpm.uol.com.br/revista/93/paginas-vermelhas/marina-silva.html">TPM</a> que é pessoalmente contra e que acha que deve ser realizado um plebiscito. José Serra não se posiciona a respeito, em <a href="http://www.youtube.com/watch?v=5mkEOAj3ghM">entrevista ao programa CQC</a> apenas disse o óbvio: que o aborto é uma coisa lamentável, triste.</p>
<p>Antes de formar sua opinião a respeito, recomendo que leia e se informe sobre o assunto, que pela gravidade não pode ser tratado com a leviandade de discussões sobre novelas ou futebol.</p>
<p>Leituras recomendadas:</p>
<p><a href="http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/livreto.pdf">20 Anos de Pesquisa sobre o Aborto no Brasil &#8211; Ministério da Saúde (formato pdf)</a></p>
<p><a href="http://www.sof.org.br/_sistema/noticia.php?idNoticia=429">Criminalização é a solução do  problema do aborto no país?</a></p>
<p><a href="http://www.inesc.org.br/biblioteca/textos-e-manifestos/porque-defendemos-a-legalizacao-do-aborto">Porque defendemos a legalização do aborto</a></p>
<p><a href="http://www.inesc.org.br/biblioteca/textos-e-manifestos/pela-vida-das-mulheres-legalizar-o-aborto-no-brasil/">Pela Vida das Mulheres, Legalizar o Aborto no Brasil!</a></p>
<p><a href="http://portal.saude.gov.br/saude/visualizar_texto.cfm?idtxt=22411">Norma técnica humaniza atendimento às mulheres com  complicações de abortamento</a></p>
<p><a href="http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL633197-5598,00-ABORTO+ILEGAL+E+MAIOR+CAUSA+DE+MORTE+MATERNA+EM+CIDADES+PERNAMBUCANAS.html">Aborto ilegal é maior causa de morte materna em  cidades pernambucanas</a></p>
<p><a href="http://www.nominuto.com/noticias/cidades/aborto-e-a-terceira-causa-de-morte-materna-no-brasil/52084/">Aborto é a terceira causa de morte materna no Brasil</a></p>
<p><a href="http://www.guttmacher.org/pubs/IB_AWW-Latin-America.pdf">Facts on Abortion and Unintended Pregnancy in Latin America and the Caribbean</a>( formato pdf em inglês)</p>
<p>Filme recomendado:</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=eZfkki1meDg">O Aborto dos Outros</a> &#8211; primeira parte do documentário no youtube</p>
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		<title>Revitech</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 23:10:08 +0000</pubDate>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 22:31:02 +0000</pubDate>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 22:19:22 +0000</pubDate>
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		<title>MMM &#8211; Ação 2010</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 21:14:16 +0000</pubDate>
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		<title>Preconceitos de design &#8211; Colorido, sim, por que não?</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Apr 2010 22:55:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cátia</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Ossos do ofício]]></category>

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		<description><![CDATA[Adoro coisas coloridas, cores fortes e vivas, cores alegres. Isto para mim é um obstáculo como designer pois geralmente todos clientes sempre fogem delas como diabo da cruz, simplesmente porque acham que cores fortes não passam uma imagem confiável ou até mesmo de masculinidade. Quanta caretice, meu Deus! É verdade que as cores vivas e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Adoro coisas coloridas, cores fortes e vivas, cores alegres. Isto para mim é um obstáculo como designer pois geralmente todos clientes sempre fogem delas como diabo da cruz, simplesmente porque acham que cores fortes não passam uma imagem confiável ou até mesmo de masculinidade. Quanta caretice, meu Deus! É verdade que as cores vivas e fortes transmitem felicidade e alegria, mas para mim estes conceitos não são opostos de confiabilidade.<span id="more-133"></span></p>
<p>Vivemos em um mundo onde as pessoas se sentem infelizes e descontentes a maior parte do tempo, presas no trânsito, moram em prédios de concreto, nunca questionam nada, vivem &#8220;seriamente&#8221; para um amanhã que nunca chega. Conformadas com o cinza de suas vidas, elas perpetuam esta convenção de normalidade para seu entorno e não se permitem arriscar e serem alegres. &#8220;Ser alegre e colorido não é normal&#8221;! &#8220;Não é aceitável ser alegre e colorido&#8221;!</p>
<p>Qual o problema em ser alegre? Para mim, a beleza é o principal objetivo do meu trabalho, e preste atenção que para mim beleza engloba o conceito de funcional, como complemento da forma, e não seu oposto, como acostumamos assistir na eterna discussão da forma versus a função. Acho que a alegria é um sentimento que deixa a gente mais próximo da beleza.</p>
<p>Mas o que me deixa mais incomodada nessa história é quando o medo da cor na verdade é homofobia, medo de ser considerado gay por causa de uma cor mais viva. Ora, meu filho, se você acha que depende de cor para afirmar sua masculinidade/sexualidade, é porque tem algo muito errado aí. Vai fazer terapia, vai!</p>
<p>Também não quero dizer que tudo tenha que ter cores fortes e vivas sempre, mas é preciso arriscar mais e abandonar os velhos preconceitos. Para provar meu ponto, relaciono abaixo uma série de sites que considero muito bons e que são extremamente coloridos.</p>
<ul>
<li><a href="http://odopod.com/">Odopod</a></li>
<li><a href="http://helveticons.ch/">Helveticons</a></li>
<li><a href="http://www.museumofvancouver.ca/">Museum of Vancouver</a></li>
<li><a href="http://www.guardian.co.uk/">The Guardian</a></li>
<li><a href="http://www.guggenheim.org/">Guggenheim</a></li>
<li><a href="http://www.razorbraille.com/">Razorbraille</a></li>
<li><a href="http://www.fontshop.com">Font Shop</a></li>
<li><a href="http://www.vimeo.com/">Vimeo</a></li>
</ul>
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		<title>Página 22</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 01:17:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cátia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Portifólio]]></category>
		<category><![CDATA[Web Design]]></category>

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