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	<title>Cátia Kitahara &#187; WordPress</title>
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		<title>O meu WordCamp Brasil &#8211; parte 4</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Jul 2009 03:45:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cátia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Finalmente entramos na última semana com tudo em cima, fizemos uma reunião via WebConf do MinC no domingo, gentileza concedida pelo Guilherme, para acertarmos detalhes da grade de palestras, voluntários e tudo mais. O Zé me passou os planos de viagem dele e do Matt. Sim dessa vez era certo, tudo confirmado. Eu fiquei de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Finalmente entramos na última semana com tudo em cima, fizemos uma reunião via WebConf do MinC no domingo, gentileza concedida pelo Guilherme, para acertarmos detalhes da grade de palestras, voluntários e tudo mais. O Zé me passou os planos de viagem dele e do Matt. Sim dessa vez era certo, tudo confirmado. Eu fiquei de ir buscá-lo no aeroporto de Cumbica na quinta-feira às 15h. Pedi para minha amiga/prima-irmã/sócia Helô ir comigo, pois não dirijo em São Paulo. Com tantas coisas para fazer, quinta-feira chegou e às duas horas eu ainda não tinha arrumado minha malinha para ficar esses dias em Sampa, e ainda tinha que imprimir as etiquetas dos crachás, buscar os banners.<span id="more-116"></span></p>
<p>Quando saímos de Mogi já eram mais de três horas da tarde, tentava ligar para o Zé e não conseguia. Liguei pro Edu pedindo pra ele descobrir como é que se fazia ligação internacional do meu celular porque não estava conseguindo. Mas chegamos a tempo no aeroporto, as pessoas estavam desembarcando. Improvisei um cartaz com o nome do Zé e um W de WordPress para ele me reconhecer. Ele passou por mim e não viu, mas o reconheci e gritei: &#8220;José! Fontainhas!&#8221; E ele se virou e abriu um sorriso todo simpático e amistoso.</p>
<p>Depois de uma longa viagem de nove horas (?) o coitado caiu no pior e mais ingrato trânsito de São Paulo. Marginal parada e eu esqueci de pegar o rádio do carro! Fomos conversando até que num certo ponto percebemos que o combustível estava na reserva! E a gente parada na expressa da marginal!! Rezando prá aguentar conseguimos parar num posto onde comprei guaranás e pipocão cor-de-rosa prá gente se divertir no carro. Coitado do Zé! Bem-vindo a São Paulo! Conseguimos chegar no hotel depois de duas horas e meia! Deixamos ele lá, e combinamos de nos encontrar mais tarde para jantarmos. Levei o Zé na Bela Paulista onde nos encontramos com o Edu e o Felipe, meninos curitibanos queridos da comunidade. Rimos muito com as nossas palhaçadas e um mega fora que dei na comunidade e que provocou um acesso de riso bastante politicamente incorreto em mim. Sim, rio muito, até agora só falei do quanto eu chorei, mas normalmente eu rio muito, tenho frouchos de riso desses que impedem a gente de falar.</p>
<p>No dia seguinte o Matt chegaria de manhã e então fomos almoçar juntos, eu, Zé e ele. Pedi prá Helô uma sugestão de onde levar o Matt. &#8220;Do que ele gosta?&#8221; A sei que ele gosta de carne. &#8220;E quem vai pagar?&#8221; Acho que é ele. &#8220;Ah então leva ele no Rubayat&#8221;. Aquele onde mataram o Celso Daniel? &#8220;Esse. Na rua do hotel, mas pega um táxi que é prá lá da Brigadeiro&#8221;. Ok. Uma e meia o Matt desceu no lobby do hotel com sua câmera quase inseparável. Já disparou uns milhões de cliques, eu pensando: &#8220;ai minha santa e eu com essa cara amassada de dois meses sem dormir&#8221;! Agora pausa para confissões de Bridget Jones. Gente, nesses dois meses e meio não fiz o pé nem a mão, tava parecendo o Capitão Caverna em dias de cabelo ruim e a Perla nos dias de cabelo liso, pedindo um corte há séculos! Ou seja, estava me sentindo um super bagulho e esse menino com essa câmera que pega até detalhe da obturação no sorriso. Ai que vergonha do Varte! Bom, o Zé aconselhou o Matt a deixar a câmera no hotel, no que eu estive plenamente de acordo. E lá fomos nós a pé, a recepcionista do hotel disse que ficava a apenas quatro quadras dali. Pois bem em paulistano isso significa longe. O Matt de havaianas e o Zé morto de fome e eu arrastando os dois pela alameda Santos no horário do almoço. A cada quatro esquinas eu parava prá perguntar e me diziam: &#8220;Daqui quatro quadras&#8221;. Enfim chegamos sentamos e comemos. Comida maravilhosa, o Matt comeu um boi inteiro, eu uma peça de picanha e o Zé, nem sei. Dava prá acabar com a fome na África, juro! Na hora de pagar a conta, o cartão do Matt não passou, o do Zé também não! Resultado, tive que pagar a conta, o valor dava mesmo prá acabar com a fome na África! Enfim, saímos de lá e combinamos de sairmos para uma noitada.</p>
<p>Liguei pro Leo e ele ficou de pensar algum lugar legal. Fomos no Empanadas na Vila Madalena, o Matt disse que estava sem fome, mas chegou lá e comeu umas quatro empanadas acompanhadas de caipirinhas. O Zé também. Eu na cervejinha e o Leo resistindo porque estava dirigindo. Mais tarde chegaram o seu Felipe e o Edu com sua amiga Miriam. Foi muito divertido, descontraídos pelo álcool, conversamos muito sobre tudo, sobre o Richard Stalman que esnobou o Matt, sobre opensource, o Matt chegou a dizer que iria &#8220;opensource himself&#8221;, sobre atrizes pornô chamadas Crystal Wack, enfim sobre tudo e mais um pouco. Fizeram rodadas de tequila, das quais me recusei a participar. O Matt entornando as minhas. O motivo pelo qual ele não viria é o cansaço clínico que ele tem sentido por conta das inúmeras viagens. Acho que o problema não é bem as viagens, mas o que ele bebe nelas. Eu só pensando comigo: &#8220;Caramba, amanhã a gente tem que estar de pé às nove no mínimo. Será que vão aguentar?&#8221;</p>
<p>No dia seguinte, CMS Brasil, nós todos lá no hotel Novotel Jaraguá prá palestra do Matt e oops, mesa redonda da qual eu participaria! Daniel Pádua e Guilherme também estavam lá! Que alegria reencontrar esses meninos! (Adoro todos eles, mesmo. Meus queridos!) Caí em mim e lembrei que não tinha preparado absolutamente nada para essa tal mesa redonda. Ai meu Deus, o que eu pergunto prá ele? Se ele prefere tequila ou caipirinha? Não, acho melhor não. Me ajuda, meninos, me ajuda! E uma dor de cabeça medonha! Ressacão horrível. O Matt com uma cara de poucos amigos, eu pensando comigo: &#8220;putz acho que vai ser uma merda isso, olha a cara dele&#8221;. Perguntei prá ele: &#8220;Tá vivo?&#8221; Respondeu sorrindo: &#8220;Sure!&#8221; Bom começou a palestra e, meu, o Matt deu um show. Confesso, virei fã incondicional! Já havia assistido sua palestra no Latinoware, mas dessa vez eu sabia a que horas ele tinha ido dormir e o quanto tinha bebido! Tiro o chapéu, profissa demais! Falou super bem e coisas muito bacanas. Confirmou porque o WordPress é tão bem sucedido. A mesa redonda foi tranquila, não precisei participar muito, que alívio, me senti uma idiota lá em cima, mas tudo bem. Até que não foi grave. Fomos almoçar uma feijoadinha básica e em seguida fomos apoiar o Leo na palestra dele. Leo também deu show. Me orgulho desse menino, mas depois falo disso.</p>
<p>Bom terminada a palestra do Leo fomos para FUNARTE armar o nosso circo. Nessa hora caíram do céu vários anjos que eu nem acreditava que existiam. Um deles foi meio que convocado, mas não deixa de ser anjo: Pedro Germani, primo do Leo e sócio no HackLab. Que menino gente boa, meu Deus, acho que isso deve ser coisa de sangue também. Outro anjo com super poderes: Fernando. Com seu super gps e otimismo, meu, que cara gente fina, meu! Marco, nem sei de onde surgiu e nem para onde foi! Cadê você, Marco? O Felipe, e o Fred e o Mauro da FUNARTE. Além desses anjos, tinha os meninos de sempre da comunidade, os que estão lá firmes e fortes sempre, sempre, que me apoiam mais do que mereço: Fabiano, Guilherme e Marcelo do Xemelê, Eduardo e Felipe de Curitiba, e o infálivel e impávido como Peri, Leo Germani. Ah, e claro, o nosso santo padroeiro Zé Fontainhas! Sem comentários! Saímos de lá tarde da noite para o grande dia.</p>
<p>O que dizer sobre o grande dia? Prá dizer a verdade nem sei dizer direito como foi. Só sei que muita, mas muita gente inscrita não foi. Me desculpem, sei que nem todos se encaixam, mas que bando de vacilões! É, você aí que se inscreveu e  não foi porque, a sei lá porque: VACILÃO! Vergonha alheia por você. Perdeu mesmo porque foi DEMAIS DE BOM! Só sinto que na correria não consegui assistir nenhuma palestra só a do Matt, que foi outro show. Enfim, o final catártico que por si só valeu toda a aporrinhação que foi organizar isso. Se eu faria de novo? Faria, mas diferente. Sinto não ter tido a oportunidade de me despedir do Matt e agradecê-lo muito, muito mesmo, agradecê-lo por tudo, agradecê-lo por ter vindo no final das contas, agradecê-lo por ter feito o WordPress e dividido com a gente. Agradecê-lo pelas oportunidades de trabalho que surgiram, agradecê-lo pelas coisa novas que aprendi, mas principalmente agradecê-lo por conhecer esses meninos. Por esses meninos que adoro e por quem tenho um carinho enorme! Vou falar um pouquinho o que acho daqueles que estão mais próximos de mim.</p>
<p>Leo Germani &#8211; puxa vida, disse lá no final: &#8220;por esse menino ponho a mão no fogo&#8221;. Ponho mesmo, ponta firme até o talo, caráter excepcional, poucas palavras, mas sempre sábias. Bendita a hora que encontrei ele.</p>
<p>Eduardo &#8211; gosta de &#8220;rock paulera&#8221; só prá disfarçar sua verdadeira natureza ultra-meiga. E esse humor ácido, inteligente, nonsense e escrachado, também só prá botar banca de mau, porque no fundo é um fofo.</p>
<p>Seu Felipe &#8211; porra meu, que cara engraçado, meu. Mais que engraçado o Seu Felipe tá desde o comecinho mesmo, sempre lá. Super novo e cheio de sabedoria, me dando lições de como lidar com os malas que aparecem. E ele tem razão.</p>
<p>Guilherme &#8211; mais quietinho, mas sempre ali me dando uma força. Companheiro, sempre me perguntando: &#8220;como estão as coisas Cátia, precisa de ajuda&#8221;? Na maior parte só isso já é o suficiente, saber que tem gente que se importa com você é tudo.</p>
<p>Daniel Pádua &#8211; vacilão, num foi, mocorongo, bocó! Sério, o Daniel é um visionário que vai alçar grandes vôos no planalto e me encher de orgulho.</p>
<p>Anderson &#8211; outro vacilão que não foi, mas que está lá, sempre a postos. Nunca vi mais fiel e constante.</p>
<p>José Fontainhas &#8211; meu santo padroeiro, não tenho mais o que falar.</p>
<p>Enfim, Matt Mullenweg, THANK YOU!</p>
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		<title>O meu WordCamp Brasil &#8211; parte 3</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 02:56:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cátia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Essa é a continuação do post anterior.
E o &#8220;são&#8221; José Fontainhas não me falhou. O Zé é um cara muito gente boa, desde o começo sempre nos ajudou. Sempre ali, 100%. Simpático e tranquilo. Sabia que há pouco tempo tinha entrado para o time da Automattic. Pensei comigo: &#8220;Ele tem acesso ao Matt, ele pode [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Essa é a continuação do post anterior.</em></p>
<p>E o &#8220;são&#8221; José Fontainhas não me falhou. O Zé é um cara muito gente boa, desde o começo sempre nos ajudou. Sempre ali, 100%. Simpático e tranquilo. Sabia que há pouco tempo tinha entrado para o time da Automattic. Pensei comigo: &#8220;Ele tem acesso ao Matt, ele pode interceder por mim&#8221;. O Matt deve receber trocentos emails e o meu deve estar até hoje na sua caixa de entrada. Precisava de alguém que falasse com ele tipo agora, já!<br />
<span id="more-111"></span></p>
<p>Confesso que estava, além de triste, muito desapontada, achando que a Automattic não dava a mínima prá gente. Primeiro o Andy, depois o Matt, além de não ter recebido nenhuma resposta sobre o patrocínio. E eu aqui me matando, fazendo das tripas coração pro Matt estar presente e no fim ele não viria. E o pior seria ter que anunciar isso e ainda esperar a reação dos patrocinadores, que não iriam gostar nada da história, tenho certeza! A aquela altura só um patrocinador havia pago metade, o resto somente acordo de boca, nada assinado. Uma notícia dessas poderia acabar com o WordCamp de vez.</p>
<p>Expus todos esses argumentos pro Zé, que logo me mandou a seguinte resposta:</p>
<blockquote><p>Vamos ver o que se pode fazer. Seja como for, se a minha presença aí ajudar a minimizar o problema, contem desde já comigo.</p></blockquote>
<p>No dia 9 de junho o Zé me chamou prá conversar no skype com ele e Matt. Caramba o skype dá pau no meu computador e tive que desinstalar e agora? Bom vamos tentar instalar de novo, instalei e a birosca ficava lá rodando que nem chacrete mas nada de avisar. Não entrava, reiniciei meu computador milhões de vezes até que consegui entrar e não deu pau. Ufa, ok, &#8220;tô aqui, Zé&#8221;. Fiquei assim, a manhã toda olhando o pro ícone do skype que nem cachorro esperando o dono. Imagino que o Leo também devia estar tenso lá no Hacklab, aguardando as novidades. Fui almoçar, engoli alguma coisa depressa e voltei.</p>
<blockquote><p>[09/06/2009 13:19:19] catiakeiko: oi Zé, voltei<br />
[09/06/2009 13:19:51] José Fontainhas: ora bem as notícias não são brilhantes<br />
[09/06/2009 13:20:11] José Fontainhas: matt e andy não podem mesmo vir<br />
[09/06/2009 13:20:37] José Fontainhas: no que toca a sponsors, a Automattic está disposta a cobrir o que for preciso de $<br />
[09/06/2009 13:21:16] catiakeiko: ok, uma pena, muito mesmo</p></blockquote>
<p>Nessa hora já estava chorando, chorando muito. Quem já me viu chorar sabe o espetáculo, minha mãe diz que parece lágrima de palhaço que sai em esguicho, não pinga. Sorte que ninguém estava vendo, quando o Zé disse prá eu esperar.</p>
<blockquote><p>[09/06/2009 13:23:05] José Fontainhas: citando Matt neste minuto:<br />
[09/06/2009 13:23:11] José Fontainhas: I&#8217;m trying to figure out a way I can go my worry is I&#8217;ll be exhausted there and not able to give a very good talk<br />
[09/06/2009 13:23:33] catiakeiko: hmmm, but it&#8217;s better a bad talk than none <img src='http://www.catiakitahara.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /><br />
[09/06/2009 13:23:46] catiakeiko: I promise we won&#8217;t ask much of him</p></blockquote>
<p>E conversa vai, conversa vem, o Matt disse que se o problema fosse patrocínio, não tinha problema, a Automattic bancava tudo, porque se algum patrocinador saísse pela ausência dele, isso seria um desrespeito com a comunidade! Ah, meu herói, eu sabia, eu sabia!</p>
<blockquote><p>[09/06/2009 13:32:32] José Fontainhas: manda-me os números por mail mais logo<br />
[09/06/2009 13:33:17] José Fontainhas: <strong>isso quer dizer que eu vou fazer uma das apresentações juntamente com o Matt (e o Q&amp;A) e a apresentação do BuddyPress, ok?</strong><br />
[09/06/2009 13:33:39] catiakeiko: <strong>então ele vem?</strong><br />
[09/06/2009 13:33:42] catiakeiko: <img src='http://www.catiakitahara.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /><br />
[09/06/2009 13:33:50] José Fontainhas:<strong> ele vem</strong><br />
[09/06/2009 13:34:04] catiakeiko: ahhhhh, milhões de obrigadas<br />
[09/06/2009 13:34:09] catiakeiko: milhões de obrigadas<br />
[09/06/2009 13:34:11] José Fontainhas: ah não não<br />
[09/06/2009 13:34:13] catiakeiko: milhões<br />
[09/06/2009 13:34:14] José Fontainhas: cervejinha</p></blockquote>
<p><strong>Ele vem, ele vem, ele vem, ele vem, ele vem!!!!</strong> Cervejinha? Todas Zé, todas, todas e mais algumas! Zé, meu santo padroeiro nunca vou conseguir te agradecer o suficiente. A vida toda estarei em dívida com você. Tratei de ligar pro Leo e avisá-lo. Bom agora só falta internet, porque não contei, mas o outro link, aquele de mais de R$5.000,00 também não alcançava a FUNARTE! Acho que ficamos tão aliviados, que depois disso não existia mais problemas. Falei pro Leo que ainda ia continuar tentando encontrar uma saída prá internet, porque a esperança é a última que morre.</p>
<p>Naquela noite acordei, prá variar com insônia, e comecei a procurar como louca no google: link dedicado, ip dedicado, rede wifi, conexão WiMax. Quem procura acha. Encontrei algumas empresas, deixei tudo anotado no meu risque-rabisque prá ligar de manhã. First thing in the morning, liguei para todas, na WirelessTech em particular deixei recado, mas sem muita esperança. Mas eles retornaram e com uma solução: dois links 3G. Não foi aquela maravilha, mas preciso falar aqui muito bem dessa empresa: gente de palavra e de confiança. Bernardo, obrigada pelo profissionalismo!</p>
<p>Bom, e tudo foi se encaminhando para o grande dia, a graninha dos patrocínios caindo na conta e camisetas e papelaria ficando prontas. E agora vai ter que ficar prá uma quarta parte, que estou cansando e tem muito mais aventura prá contar.</p>
<p><em>To be continued&#8230;</em></p>
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		<title>O meu WordCamp Brasil &#8211; parte 2</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 03:55:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cátia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Essa é a continuação do post anterior.
O Paulino Michelazzo, figura conhecida no meio do software livre me escreveu um email convidando a comunidade para participar do CMS Brasil, evento que teria a participação do Matt Mullenweg. Ele me pediu para indicar alguém para palestrar e mais alguém para participar de uma mesa redonda com o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Essa é a continuação do post anterior</em>.</p>
<p>O Paulino Michelazzo, figura conhecida no meio do software livre me escreveu um email convidando a comunidade para participar do CMS Brasil, evento que teria a participação do Matt Mullenweg. Ele me pediu para indicar alguém para palestrar e mais alguém para participar de uma mesa redonda com o Matt depois da palestra dele. Indiquei o Leo Germani e me ofereci para a mesa redonda.<span id="more-101"></span></p>
<p>A Maya já havia me falado em dezembro que o Matt viria em junho pro Brasil, mas na época ainda não havia nenhuma informação a respeito na internet. Eu já havia comentado com ela, que confirmando a informação, eu organizaria o WordCamp nesse mesmo período para aproveitar a presença do Matt. Comentei com o Paulino a respeito, que se dispôs a nos ajudar no que fosse necessário. O anel voltou para o primeiro plano.</p>
<p>Falei com o Leo, que aceitou o convite para a palestra e que também se empolgou com o WordCamp. Ele ofereceu para fazermos no Hacklab, sede da empresa da qual ele é sócio. No dia 3 de abril fui até lá conhecer o local e trocar idéias a respeito. O local seria perfeito para um encontro pequeno de umas 60 pessoas no máximo, mas achávamos que talvez houvesse mais pessoas, não fazíamos idéia de quantas. Concordamos que o evento deveria se manter simples, ser gratuito, decidimos o dia, cogitamos espaços prováveis, ouvimos opiniões dos outros meninos e resolvemos lançar uma pré-inscrição para podermos ter idéia da quantidade de pessoas interessadas. Dei a mão pro Leo, que foi o meu Sam, com quem dividi o meu fardo, e pulamos de cabeça no WordCamp Brasil.</p>
<p>Daquele dia em diante mergulhei numa correria insana, numa montanha russa de emoções que durou longos dois meses e meio, em que dormi pouco, me preocupei muito, comi muito chocolate, emagreci 4 kilos, mas em que também me fortaleci, aprendi muita coisa e tive minha competência reconhecida por muitos e principalmente por mim mesma.</p>
<p>Depois que saí de lá, o Leo mandou um email pro grupo, iniciando os trabalhos e com o seguinte recado no final:</p>
<blockquote><p>NOTA SOBRE TRABALHO COLABORATIVO: Organizar um evento assim colaborativamente é difícil. Se vc quiser ajudar, não pergunte, faça e ajude.</p></blockquote>
<p>Lançamos o site e abrimos as inscrições. Ingênua decisão, ouça o que eu digo: nunca abra as inscrições de um evento que não tem local definido. Lição aprendida às duras penas. O fato do WordCamp ter sido marcado para um domingo já era obstáculo grande o suficiente para encontrar um local disposto a abrir suas portas (a data, dia 21 de junho foi escolhida em função da participação do Matt no CMS Brasil no sábado). Juntou-se a esse obstáculo a multidão de 300 pessoas que rapidamente se inscreveram pelo site em apenas duas semanas. Encerramos as inscrições e mantivemos uma lista de espera que continuou crescendo na mesma toada. Outra lição: feche o número de participantes em função do local que você tem e não o contrário.</p>
<p>Passado mais de um mês desde minha visita ao HackLab e a um mês e meio do evento e nada de fechar um local e somente com o patrocínio da HostNet. O desespero já estava começando a bater, quando o Guilherme do Xemelê me falou da possibilidade de se fazer na FUNARTE com apoio do MinC. No dia 3 de maio fui a São Paulo resolver assuntos de um freela, tinha uma reunião com o pessoal do CMS Brasil no hotel Jaraguá, prá ver se eles podiam me ajudar. Aproveitei para também ir até a FUNARTE conhecer o espaço e ver se dava para comportar os 300 inscritos. A reunião com o pessoal do CMS Brasil não foi muito animadora, prá dizer a verdade, saí de lá bem arrasada com a bronca que o Paulino me deu: &#8220;Menina, mas como é que você abre inscrição para um evento sem ter um local definido, você é louca?&#8221; Me senti de incompetente para baixo, a última pessoa na face da terra, a maior idiota do planeta. Na Funarte por uma certa falha de comunicação, saí com a impressão que as chances de se fazer lá eram mínimas. Depois de enfrentar o caos que é São Paulo em umas 3 horas no rush, cheguei finalmente em casa, desmontei na cama e chorei muito. Passei um final-de-semana horrível, quem me confortou como sempre foram meus amigos do coração, Vinícius e Heloize. O Vini me dando uma puta força no telefone: &#8220;Catita, mete bronca, você vai achar um lugar, sim, não tem essa não. Não deixa a peteca cair e vamos em frente&#8221;.</p>
<p>Na semana seguinte conversei com o Guilherme e a possibilidade de fazer na FUNARTE foi se confirmando. Nem tudo estava perdido, as negociações com os patrocinadores caminhavam bem. Enquanto isso, ajudada pelo Christiano da Comunidade Ubuntu também mantinha negociação paralela com a BandTec, caso não desse certo na Funarte. Finalmente no dia 15 de maio, a apenas um mês e cinco dias do grande dia, recebemos uma resposta positiva da Funarte, só faltava a gente ir até lá novamente para acertar detalhes. Fomos até lá no dia 18, eu e Leo, conversamos com o Roberto Marti e com a atriz Esther Goes. Tudo lindo, respirei aliviada. Saímos de lá e fomos até o apartamento do Leo todos felizes, escrevemos o post anunciando a novidade. Respondi a BandTec dispensando eles porque tínhamos fechado com a FUNARTE.</p>
<p>Quando tudo parecia estar entrando finalmente nos eixos, fico sabendo que teríamos que pagar à FUNARTE um alguel. &#8220;Como assim, um alguel? Não era para ser um apoio do MinC?&#8221; Era e não era. O valor do aluguel, que não vou divulgar aqui, estava completamente fora dos nossos planos. E voltamos às negociações, intermediada pelo José Murilo, que me apoiou muito nisso tudo. Conseguimos chegar a um valor que se tudo desse certo com os patrocinadores conseguiríamos pagar. Mas no caso de não dar certo, voltamos a negociar com a BandTec. O Maurício Pimentel coordenador da faculdade foi 100%, super compreensivo e aceitou renegociar, mesmo depois de nós os termos dispensando uma vez. Fomos até lá, eu e Leo novamente, numa sexta-feira, dia 22 de maio a menos de um mês do grande dia, conhecer as instalações. Teria que ser uma coisa meio adaptada, na quadra de esportes porque o auditório era pequeno, mas dava prá ser lá. Havia um porém: a internet. Por motivos de segurança, a BandTec não poderia permitir o uso do seu link. Teríamos que pagar um link dedicado. Caríssimo. E também dependíamos da resposta da diretoria, tanto podia ser um sim como um não, somente na semana seguinte.</p>
<p>A menos de um mês do evento, mais um fim-de-semana horrível, de incertezas e crises de choro. Tudo muito complicado e cheio de variantes, se tal patrocinador aceitar pagar x dá prá pagar a Funarte, mas se não fechar tem que ser na Bandtec, mas lá depende se vamos ter ou não um link dedicado, e se a diretoria disser não? E aquele patrocinador mala que quer tudo e não quer pagar nada, dispenso ele? Mas a gente precisa de grana! Minha cabeça girava que nem um pião, não conseguia dormir, tomava um monte de calmante, natureba, é claro, aí não dormia à noite e ficava que nem zumbi de dia. Um pesadelo sem fim. Todas as negociações com patrocinadores estavam nas minhas costas, todas as decisões nas minhas mãos. Eu ia dividindo um pouco com o Leo, ele ia me aconselhando, me ajudando, mas as decisões finais e as conversas eram todas comigo. Eu, que sou um poço de timidez, eu, que odeio negociar, eu, que odeio cobrar, negociando com essa gente que faz disso seu ganha-pão. Depois numa conversa com a Lucia Freitas, fiquei sabendo que saí com fama de dura na queda. Uau! Pode vir quente, minha gente, que eu tô fervendo!</p>
<p>Mais uma semana se passou e nada de definir local, dependia dos diretores da BandTec e da gente conseguir orçamento do link dedicado, e nenhuma empresa passava o maldito orçamento. Até que passou: R$3.400,00 por um link de 2M!!!!!! Pelo menos alguns patrocínios foram fechados, o que me deu mais tranquilidade. Mesmo assim, chegou quinta-feira, dia 28, meu aniversário, nunca passei um aniversário tão xoxo, tão foda como esse. Nem quis bolo nem nada, &#8220;ficaria contente se essa droga de WordCamp sumisse da minha vida agora!&#8221;. Era o que eu pensava. As pessoas me davam parabéns e eu pensava: &#8220;porque?&#8221; E lá fui eu a caminho de mais um final-de-semana de horrores e indecisão.</p>
<p>Finalmente, na segunda-feira o Pimentel me dá uma resposta: não. Rir prá não chorar, é, não dava prá ser na BandTec, mas calma, calma, nem tudo está perdido, &#8220;vamos patrocinar vocês&#8221;. Enfim, vamos prá FUNARTE e seja o que Deus quiser, com mais esse patrocínio vai dar tudo certo. Sim, se não fosse por um detalhe: na Funarte também não tem internet, também teríamos que pagar o link dedicado, só que lá, a empresa com quem tínhamos orçado o link, não possui sinal. Ótimo, vamos procurar outra, ok, só que na outra, o link de 2m custa mais de R$5.000,00. Putz, vamos pedir ajuda prá Automattic. Legal!! &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..cricricricri. Nada da Maya me responder, catso, o que está acontecendo?</p>
<p>Bom nesse meio tempo recebo a &#8220;ótima&#8221; notícia que o Andy Peatling não viria mais. Tá brincando, né? É, o rapaz demorou prá ver o visto e quando foi ver não dava tempo de emitir. Não vou comentar o que penso.</p>
<p>Ok, ok, finalmente, no dia 5 de junho, a duas semanas do grande dia recebo um email da Maya, eeee a Automattic vai patrocinar a gente?</p>
<blockquote><p>Hi Catia,</p>
<p>I hope WordCamp Brazil planning is going well.  If you need anything at all, please let me know.</p>
<p><strong>Unfortunately, Matt won&#8217;t be able to make it since he&#8217;s had something urgent come up.</strong></p>
<p>We really apologize for this and hope it doesn&#8217;t cause too much of a disruption.<br />
<span style="color: #888888;"> </span></p></blockquote>
<p>Confesso, levei uma hora prá aceitar: <strong>Unfortunately, Matt won&#8217;t be able to make it since he&#8217;s had something urgent come up. </strong><strong>Unfortunately, Matt won&#8217;t be able to make it since he&#8217;s had something urgent come up. </strong><strong>Unfortunately, Matt won&#8217;t be able to make it since he&#8217;s had something urgent come up. </strong><strong>Unfortunately, Matt won&#8217;t be able to make it since he&#8217;s had something urgent come up.</strong> Nãããããããããããooooooo, nãããããooooo, não. Não. Parecia um pesadelo. Depois levei mais cinco horas escrevendo um email prá o Matt implorando pelamordedeus, venha! Liguei pros caras do CMS Brasil e eles não sabiam nada a respeito. O que eu faço meu Deus, o que eu faço? Choro, isso choro. Deito na cama e choro, não tá resolvendo, não, não tá. O que eu faço?</p>
<p>Escrevi um email desesperada pro Zé Fontainhas, meu santo padroeiro da comunidade Brasileira, só você pode me salvar agora!!</p>
<p><em>To be continued&#8230;</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>O meu WordCamp Brasil &#8211; parte 1</title>
		<link>http://www.catiakitahara.com.br/blog/o-meu-wordcamp-brasil-parte-1</link>
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		<pubDate>Sun, 28 Jun 2009 20:49:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cátia</dc:creator>
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		<category><![CDATA[WordPress]]></category>
		<category><![CDATA[latinoware]]></category>
		<category><![CDATA[matt mullenweg]]></category>
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		<description><![CDATA[Aqui vai um (longo, prá não dizer que não avisei) relato ultra pessoal do que foi o WordCamp prá mim, dividido em três partes.
&#8220;Vem ao chat se puderes&#8221; &#8211; mensagem de José Fontainhas. &#8220;Se vires esta mensagem nos próximos 15 minutos, loga-te no gTalk. Vais gostar de ouvir. Se não falamos amanhã&#8221;.
Foi com essa mensagem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Aqui vai um (longo, prá não dizer que não avisei) relato ultra pessoal do que foi o WordCamp prá mim, dividido em três partes.</em></p>
<p>&#8220;Vem ao chat se puderes&#8221; &#8211; mensagem de José Fontainhas. &#8220;Se vires esta mensagem nos próximos 15 minutos, loga-te no gTalk. Vais gostar de ouvir. Se não falamos amanhã&#8221;.<span id="more-84"></span></p>
<p>Foi com essa mensagem que tudo começou. Até então tudo o que eu queria era traduzir o WordPress e me livrar da demanda por suporte na comunidade de tradução. Nunca tive pretensões maiores quando comecei a comunidade com o Anderson, ele é testemunha. Disse várias vezes:  &#8220;Essa comunidade é so para tradução e nunca dará suporte&#8221;.</p>
<p>Mas a curiosidade matou o gato, o que será que eu poderia gostar de ouvir? Bom a novidade era que o Matt Mullenweg viria ao Brasil no começo de novembro para o Latinoware e queria que alguém organizasse um encontro com os usuários brasileiros. O alguém escolhido fui eu. A conversa foi intermediada pelo Zé entre eu e a Maya, então assistente do Matt. Por causa desse encontro, entrei em contato com algumas das pessoas mais envolvidas com o desenvolvimento em WordPress hoje em dia no Brasil. O encontro foi ótimo, o Matt se mostrou um cara super acessível e simpático, e uma grande amizade começou entre algumas das pessoas que estiveram presentes. Também tive oportunidade de conversar um pouco com o Matt durante um almoço no dia seguinte ao encontro. Enquanto todos só conversavam com ele sobre códigos, eu, que não entendo muito do assunto, preferi conversar sobre música e outras amenidades. Na hora de ir embora, o Matt me acompanhou até a porta do restaurante e se despediu de mim dizendo: &#8220;See you at WordCamp Brazil!&#8221;</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-98" title="Encontro na Latinoware" src="http://www.catiakitahara.com.br/wp-content/uploads/2009/06/alelopes_02-422x237.jpg" alt="Encontro na Latinoware" width="422" height="237" /></p>
<p>Assim, como quem não quer nada, o Matt me lançou um desafio, me incumbiu uma missão. E como dizer não prá esse menino, que, por trás do rosto mais cândido do mundo, guarda o potencial criador de uma das ferramentas opensource mais popular existente e que mobiliza milhões de pessoas ao redor do mundo? Conhecer o Matt foi impactante, não porque ele seja um cara excepcional, e sim, de certa forma ele é, mas principalmente porque ele é também apenas uma pessoa comum, como eu, como você. O impacto é perceber que somos capazes de coisas extraordinárias quando tomamos a inciativa de fazer algo em conjunto com outras pessoas e compartilhamos o resultado desse trabalho. Isso é o que faz do Matt um cara excepcional.</p>
<p>Enfim, a missão foi lançada e lá fui eu, como o Frodo, carregando o anel. (kkkkkk, coisa mais geek, essa!) a caminho do aeroporto.  A partir desse momento, reconheci que o papel que assumi à frente da comunidade não poderia se restringir às traduções. Mas passada a empolgação provocada pela vinda do Matt, a comunidade voltou ao seu ritmo pasmacento, eu como sempre tentando animar a moçada, dando minhas broncas regulares e generalizadas (e cultivando a minha fama de mandona), e o anel ficou lá meio esquecido, meio em stand by.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-99" title="encontro de WordPress na Campus Party 2009 - foto Daniel Pádua" src="http://www.catiakitahara.com.br/wp-content/uploads/2009/06/_mg_8657-422x281.jpg" alt="encontro de WordPress na Campus Party 2009 - foto Daniel Pádua" width="422" height="281" /></p>
<p>Em dezembro, o Leo Germani, uma das pessoas que convidei para o encontro com Matt na Latinoware, mas que não pode comparecer, nos convidou prá participar da Campus Party. Fizemos um encontro de WordPress lá, que foi bem bacana. Neste encontro algumas iniciativas foram fortalecidas: a transformação do site em portal e a tradução do Codex. Sobre o WordCamp, apenas concordamos que deveria ser feito e mais nada. Voltei para Caraguá, e fui curtir o verão fraco de trabalhos por causa da crise. E assim meu verão foi se prolongando, o anel cada vez mais esquecido, substituído pelas minhas aspirações a surfista, quando no começo de abril, recebo um email do Paulino Michelazzo.</p>
<p><em>To be continued&#8230;</em> (tô com preguiça, uma hora coloco links).</p>
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		<title>Fórum Brasileiro de WordPress</title>
		<link>http://www.catiakitahara.com.br/blog/forum-brasileiro-de-wordpress</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Sep 2008 20:30:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cátia</dc:creator>
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		<category><![CDATA[WordPress]]></category>
		<category><![CDATA[fórum brasileiro de wordpress]]></category>
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		<description><![CDATA[Estou muito contente hoje, pois, através da Comunidade WordPress-BR, acabo de lançar o Fórum Brasileiro de WordPress. Como sempre, fomos ajudados pelo nosso fiel amigo da Comunidade Portuguesa, José Fontainhas, a quem somos também sempre gratos.
Agora precisamos de voluntários a moderadores, se você quiser ajudar, por favor, entre em contato com a nossa comunidade.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estou muito contente hoje, pois, através da <a href="http://www.wordpress-br.com/">Comunidade WordPress-BR</a>, acabo de lançar o <a href="http://br.forums.wordpress.org/">Fórum Brasileiro de WordPress</a>. Como sempre, fomos ajudados pelo nosso fiel amigo da <a href="http://www.wordpress-pt.com/">Comunidade Portuguesa</a>, <a href="http://baterismos.com">José Fontainhas</a>, a quem somos também sempre gratos.<br />
Agora precisamos de voluntários a moderadores, se você quiser ajudar, por favor, entre em <a href="http://www.wordpress-br.com/wp/contato">contato</a> com a nossa comunidade.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Problemas de login com o WordPress 2.5</title>
		<link>http://www.catiakitahara.com.br/blog/problemas-de-login-com-o-wordpress-25</link>
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		<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 23:28:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cátia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[WordPress]]></category>
		<category><![CDATA[hash md5]]></category>
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		<category><![CDATA[senha wordpress]]></category>

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		<description><![CDATA[Após um longo período sem publicar, volto com uma dica sobre o WordPress. Essa dica nasceu a partir da solução encontrada para um problema que passei com o site da Comunidade WordPress-br. Ela serve para aqueles com problemas de login em aplicativos que compartilham a sua tabela de usuários com um blog WordPress.

O Problema
No site [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após um longo período sem publicar, volto com uma dica sobre o WordPress. Essa dica nasceu a partir da solução encontrada para um problema que passei com o site da <a href="http://www.wordpress-br.com" target="_blank">Comunidade WordPress-br</a>. Ela serve para aqueles com problemas de login em aplicativos que compartilham a sua tabela de usuários com um blog WordPress.<br />
<span id="more-38"></span></p>
<h3>O Problema</h3>
<p>No site da Comunidade WordPress-br temos uma ferramenta de tradução colaborativa online, o Entrans, que compartilha a tabela de usuários com o nosso blog. Depois de fazermos a atualização da versão 2.3 para 2.5, algumas pessoas não conseguiram mais fazer login no Entrans. Quebramos a cabeça para descobrir porque, assim, de repente, passamos a ter esse problema. Não percebemos logo que isso ocorreu após a atualização, pois ela foi feita depois que encerramos a tradução do WordPress 2.5, período em que diminuiu consideravelmente o acesso ao nosso site.</p>
<p>Apesar das pessoas não conseguirem mais fazer login no Entrans, elas ainda conseguiam fazer login no blog, o que nos fez erradamente pensar que o problema estava no Entrans. E não eram todos os usuários que não conseguiam mais fazer login.</p>
<p>Depois de alguns testes, percebemos que em nosso banco de dados algumas senhas estavam estranhas, com caracteres diferentes. Também percebemos que ao inserir um novo registro diretamente pelo phpMyAdmin, ele era aceito pelo Entrans, enquanto que os novos registros feitos através do WordPress não eram. Portanto chegamos à conclusão que o problema estava no WordPress.</p>
<h3>A Solução</h3>
<p>Isso me fez lembrar que entre as novidades implementadas no WP 2.5, uma delas tinha a ver com senhas mais seguras. Procurei no site oficial do WordPress pela <a href="http://wordpress.org/development/2008/03/wordpress-25-brecker/" target="_blank">informação precisa a esse respeito</a> e encontramos a solução. Nesse novo release do WordPress, a forma como as senhas são &#8220;protegidas&#8221; mudou do antigo <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hash" target="_blank">hash</a> <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/MD5" target="_blank">MD5</a> para o <a href="http://www.openwall.com/phpass/" target="_blank">phpass</a>. As senhas dos novos registros já são geradas assim, enquanto que as antigas são alteradas assim que o usuário faz login no WordPress 2.5. E esse tipo de senha o Entrans não reconhece, por isso para todos os novos usuários e alguns antigos não era possível fazer o login.</p>
<p>Uma solução seria fazer com que o Entrans passasse também a aceitar esse tipo de hash, mais seguro. Mas no nosso caso essa manobra não valeria à pena. Ainda bem que a equipe de desenvolvedores da Automatic não nos deixou na mão e sempre estão preocupados com a compatibilidade do programa. Eles mesmos já desenvolveram um plugin que retorna ao antigo hash, o <a href="http://wordpress.org/extend/plugins/md5-password-hashes/" target="_blank">MD5 Password Hashes</a>. Todas as senhas convertidas para o hash phpass retornam para o MD5 assim que o usuário faz login no WordPress. Simples assim.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Site br.wordpress.org no ar!</title>
		<link>http://www.catiakitahara.com.br/blog/site-brwordpressorg-no-ar</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Apr 2008 23:24:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cátia</dc:creator>
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		<category><![CDATA[WordPress]]></category>
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		<category><![CDATA[tradução do wordpress para o português do Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[wp]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde meu último post aqui neste blog, muita coisa aconteceu. O nosso grupo no Google cresceu e logo criamos um site para a nossa Comunidade WordPress-BR, com fórum e com a ferramenta de tradução colaborativa online. Conheci muita gente bacana e fiz novas amizades. E hoje, justamente no dia do descobrimento do Brasil, tenho o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde meu último post aqui neste blog, muita coisa aconteceu. O <a href="http://groups.google.com/group/wp-tradutores">nosso grupo no Google</a> cresceu e logo criamos <a href="http://www.wordpress-br.com">um site para a nossa Comunidade WordPress-BR</a>, com fórum e com a ferramenta de tradução colaborativa online. Conheci muita gente bacana e fiz novas amizades. E hoje, justamente no dia do descobrimento do Brasil, tenho o prazer e a alegria de anunciar o lançamento do nosso site oficial, o <a href="http://br.wordpress.org">br.wordpress.org</a>.<br />
<span id="more-27"></span></p>
<p>Nossa primeira tradução foi concluída e espero que daqui para frente, consigamos acompanhar o ritmo de lançamentos do WordPress. A sensação é de realização e de satisfação. É muito bacana fazer parte de uma coisa que vai servir várias pessoas, em que cada um contribuiu com seu tempo, conhecimento e experiência de forma voluntária. Isso me faz pensar em como a internet é uma coisa extraordinária quando fazemos bom uso dela. E me faz pensar também em como as pessoas podem ser surpreendentemente generosas. Estou pensando no <a href="http://www.vanilla-lounge.pt/">José Fontainhas</a>, que nos pegou pela mão e ensinou o caminho das pedras, no Anderson Clayton, que passou horas colocando a coisa para funcionar, no <a href="http://www.x-trad.org/">Beduíno</a>, que nos cedeu gratuitamente espaço em seu servidor, no Freitas, que nos ajudou com sua experiência, no Felipe, no Cláudio, no <a href="http://digoreis.net/">Rodrigo</a>, no Guilherme, no <a href="http://www.pblog.com.br">Érico</a>, no Diógenes, no Fred, no Henrique, no Lucyano e muitos outros (me desculpe os que não mencionei aqui), enfim, toda essa galera que gastou seu tempo nessa empreitada. A todos vocês, meu muito obrigada.  E vamos em frente que ainda tem muita coisa prá ser feita (plugins, WordPress MU, etc.).</p>
<p>Bom, espero ter mais tempo para me dedicar mais a este blog, que andou meio parado por conta justamente dessa aventura. Mas foi uma boa causa.</p>
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		<title>Tradução Oficial do WordPress para o Português do Brasil</title>
		<link>http://www.catiakitahara.com.br/blog/traducao-oficial-do-wordpress-para-o-portugues-do-brasil</link>
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		<pubDate>Mon, 17 Mar 2008 23:42:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cátia</dc:creator>
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		<category><![CDATA[wordpress em português]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o eminente lançamento do WordPress 2.5 uma preocupação me afligia: encontrar logo uma versão em português do Brasil para poder atualizar os meus sites que rodam no WP. E o seguinte pensamento acompanhava minha aflição: &#8220;Lá vou eu novamente iniciar uma perigrinação pelo Santo Google em busca de uma tradução decente e não apenas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com o eminente lançamento do WordPress 2.5 uma preocupação me afligia: encontrar logo uma versão em português do Brasil para poder atualizar os meus sites que rodam no WP. E o seguinte pensamento acompanhava minha aflição: &#8220;Lá vou eu novamente iniciar uma perigrinação pelo Santo Google em busca de uma tradução decente e não apenas um arquivo pt-pt renomeado ou adaptado &#8216;nas coxas&#8217;&#8221;. Cansada desta ladainha toda vez que é lançada uma nova versão do WP  (isto ocorre a cada três meses, mais ou menos, às vezes mais, às vezes menos) resolvi me lançar nesta empreitada de traduzir oficialmente o nosso querido programa.<br />
<span id="more-26"></span></p>
<h3>Por que fazer uma tradução oficial do WordPress?</h3>
<p>O primeiro motivo é o citado acima &#8211; a dificuldade em encontrar uma versão confiável em português do Brasil <strong>mesmo</strong>. Algumas versões para download são apenas arquivos pt-pt renomeados para pt-br ou mal adaptados. Existem várias diferenças entre o português falado no Brasil e o falado em Portugal. Por exemplo, &#8220;arquivo&#8221; para eles é &#8220;ficheiro&#8221;. Isto pode dificultar a utilização do programa por usuários leigos, ou mesmo usuários da área.</p>
<p>O segundo, é que as versões encontradas, mesmo as boas, como as do site <a href="http://www.nerdown.com/traducao-do-wordpress-23-para-portugues/" target="_blank">www.nerdown.com.br</a>, não são completas, isto é, são traduções do arquivo pot somente. Porém, além deste arquivo, existem <a href="http://codex.wordpress.org/Files_For_Direct_Translation" target="_blank">outros arquivos</a> que precisam ser traduzidos, assim como seria interessante para os leigos, que os temas Default e Kubrick também fossem traduzidos. Isto sem falar nos plugins, nos outros temas, no WordPress MU, etc.</p>
<p>Para quem trabalha profissionalmente com o WordPress (assim como eu), é fundamental manter a versão atualizada, principalmente por questões de segurança. Portanto tão logo a atualização ocorra, é necessário haver uma versão em português do Brasil disponível. Não podemos deixar que nossos clientes corram o risco de encontrar a palavra &#8220;ficheiro&#8221; em seu admin, ou pior, que apareçam termos em inglês no frontend.</p>
<p>Além destes motivos, acho bacana que haja um local único onde qualquer pessoa encontre facilmente a versão em português do Brasil, de forma não comercial e gratuíta, afinal esta é a idéia do OpenSource, não é mesmo? Também acho que eu deveria de alguma forma contribuir para esta ferramenta que me é tão útil e me proporcionou boas oportunidades de trabalho. Mais ainda, quanto mais o WordPress for acessível no Brasil, mais popular e mais espaço no mercado de trabalho eu e mais adeptos do WP teremos.</p>
<h3>Mas esta não é uma tarefa para uma única pessoa.</h3>
<p>A tarefa é grande, monumental, eu diria. Portanto é necessário muito mais que uma pessoa para realizá-la, é preciso um grupo. Então, segui as <a href="http://codex.wordpress.org/Translating_WordPress" target="_blank">recomendações do wordpress.org</a> e me cadastrei na lista WP-Polyglots para primeiro saber se já existia um grupo e então me juntar a ele e se não, para ver se havia interessados em montar um. Descobri que não havia nenhum grupo oficial. Recebi resposta de um brasileiro interessado, o Anderson Clayton, e de um português, o José Fontainhas, responsável pela <a href="http://www.wordpress-pt.com/" target="_blank">comunidade portuguesa do WordPress</a> e do <a href="http://translate.wordpress-pt.com/main.php" target="_blank">grupo de tradução para o Português de Portugal</a>, que se prontificou em nos ajudar. O primeiro passo foi dado, iniciar um grupo de interessados. Criei hoje um grupo no Google, o <a href="http://groups.google.com/group/wp-tradutores" target="_blank">WP-tradutores</a> e comecei a convidar as pessoas. Já somos três, agora é mãos-a-obra e esperar para ver se a coisa vinga. Se depender de nós, em breve também teremos um <a href="http://codex.wordpress.org/International_WordPress_Sites" target="_blank">br.wordpress.org</a>. Conforme as coisas forem caminhando vou divulgando por aqui.</p>
<h3>Requisitos para ser um voluntário a tradutor</h3>
<p>Para ser voluntário a tradutor, não basta apenas boa-vontade e disponibilidade. Também é preciso atender alguns requisitos, ser fluente em inglês, é óbvio, é o primeiro.  Você pode se informar sobre os outros requisitos na página <a href="http://codex.wordpress.org/Translating_WordPress" target="_blank">Translating WordPress</a>. Se você se interessar, entre em contato com nosso <a href="http://groups.google.com/group/wp-tradutores" target="_blank">grupo</a>. Toda ajuda é bem-vinda.</p>
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		<title>Boas Vindas!!!</title>
		<link>http://www.catiakitahara.com.br/blog/boas-vindas</link>
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		<pubDate>Sun, 24 Feb 2008 23:02:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cátia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[It&#8217;s alive! &#8211; Dr. Frankenstein
Depois de uma gestação longa (quase dois anos), de um parto sofrido e de mais um período na encubadeira, eis que finalmente trago à luz do mundo meu novo site com meu portifólio e blog. A criança poderia ser comparada a um monstro do Dr. Frankenstein, não, é claro e espero, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><cite>It&#8217;s alive!</cite> &#8211; Dr. Frankenstein</p>
<p>Depois de uma gestação longa (quase dois anos), de um parto sofrido e de mais um período na encubadeira, eis que finalmente trago à luz do mundo meu novo site com meu portifólio e blog. A criança poderia ser comparada a um monstro do Dr. Frankenstein, não, é claro e espero, pela aparência, mas também por ser formada por várias partes. No caso, várias partes dos diferentes interesses que compõem o meu repertório.  No Blog vou falar sobre vários assuntos, sobretudo web design e ilustração. Entre os vários temas que vou abordar estão tutoriais e técnicas de CSS, traduções de artigos em inglês de sites como <a href="http://alistapart.com/" title="A List Apart" target="_blank">A List Apart</a>, notícias afins, tutoriais sobre <a href="http://wordpress.org" title="WordPress" target="_blank">WordPress</a>, dicas sobre ilustração e ilustradores, sobre livros ilustrados, etc. Aos poucos vou rechear a lista de links no menu ao lado com endereços de sites bacanas que encontro nas minhas excursões pela web. Também vou (tentar) manter atualizado o meu <a href="http://www.catiakitahara.com.br/?page_id=3" title="portifólio">portifólio</a>. E para começar, vou dar uma dica para os webdesigners. Vou falar sobre o WordPress, que já mencionei acima.</p>
<p><span id="more-17"></span></p>
<h3>O que é WordPress</h3>
<p>Uma grande dificuldade que sempre tive como webdesigner é com a programação. Meu perfil é de designer, designer mesmo. Sou formada em arquitetura e pós-graduada em design de hipermídia. Na pós-graduação aprendi noções de linguagem de programação, portanto não sou uma completa ignorante no assunto, mas também nunca aprendi a programar de verdade. Confesso também que apesar de ser um &#8220;<em>plus</em> a mais&#8221; para o meu currículo, nunca tive interesse em aprender, preferi me dedicar a outros conhecimentos.</p>
<p>Porém, esta deficiência era uma pedra no meu caminho, pois sempre ficava dependendo de um programador e nem sempre encontrava um disponível para fazer uma parceria. A situação chegou ao extremo quando estava elaborando de forma voluntária o site para a tradicional <a href="http://www.festadodivino.org.br" title="Festa do Divino" target="_blank">Festa do Divino de Mogi das Cruzes</a>, e fiquei na mão, sem um programador. Tive que correr atrás de um gerenciador de conteúdo ou um CMS (<em>content management system</em> &#8211; sistema de gerenciamento de conteúdo), como os &#8220;ténicos&#8221; gostam de dizer.</p>
<p>Já havia trabalhado com o <a href="http://www.fabricadigital.com.br" title="Publique!" target="_blank">Publique!</a> no site feito, também de forma voluntária, para a <a href="http://www.falapreta.org.br" title="Fala Preta!" target="_blank">Fala Preta!</a>, mas precisava de um gerenciador gratuíto, pois não havia verba para tanto. Também queria um gerenciador que obedecesse aos padrões web, que fosse fácil de usar e que tivesse versão em português. Parecia uma missão quase impossível. Consultei o Santo Google e encontrei alguns, mas não ficava satisfeita, porque eles não obedeciam a todos os quesitos necessários. Tentei um chamado <a href="http://www.typolight.org/index.html" title="Typolight" target="_blank">Typolight</a>, mas por ser muito recente, ainda não possuía uma boa documentação, a comunidade era muito pequena e as dúvidas eram todas tiradas em um fórum mediado pelo criador do programa, acabei desistindo. Até que mandei um e-mail para a lista wd-use pedindo uma dica. Um dos assinantes, Daniel Trenche, me deu a dica do WordPress.</p>
<p>No começo resisti um pouco, porque o WordPress é na verdade uma plataforma para blogs e eu não queria fazer um blog. Porém, o Daniel me convenceu mostrando um de seus sites, que não se parecia nada com um blog, ou seja, o WordPress é bastante flexível quanto ao design. Fiquei feliz, finalmente havia encontrado o que eu buscava: um gerenciador flexível, que atende aos padrões web, gratuíto, com versão em português, fácil de usar, tanto do ponto de vista do usuário final, quanto do desenvolvedor, constantemente atualizado, com uma boa documentação e com uma comunidade mundial bastante grande, e emergente no Brasil.</p>
<p>Consegui terminar o site e desde então tenho usado o WordPress em vários projetos, inclusive neste aqui. E cada vez mais eu gosto dele. Além das qualidades descritas acima, o WordPress também possui várias extensões/plugins e a cada nova versão, apresenta melhorias significativas. Hoje ele se encontra na versão 2.3, mas o lançamento da nova versão está programado para março. E agora o site do WordPress também ganhou tradução para o português, que, apesar de ser em português de Portugal, vai facilitar a vida dos brasileiros. Isto fatalmente ajudará a aumentar a comunidade do WordPress no Brasil,  que já tem pelo menos dois sites grandes dedicados a ele: o <a href="http://www.wordpressbrasil.com/" title="WordPress Brasil" target="_blank">WordPress Brasil</a> e o <a href="http://portalwordpress.com.br" title="Portal WordPress">Portal WordPress</a>, além de comunidade no Orkut.</p>
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