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dicas, relatos, crônicas, e sonhos

Preconceitos de design – Colorido, sim, por que não?

Adoro coisas coloridas, cores fortes e vivas, cores alegres. Isto para mim é um obstáculo como designer pois geralmente todos clientes sempre fogem delas como diabo da cruz, simplesmente porque acham que cores fortes não passam uma imagem confiável ou até mesmo de masculinidade. Quanta caretice, meu Deus! É verdade que as cores vivas e fortes transmitem felicidade e alegria, mas para mim estes conceitos não são opostos de confiabilidade. Continuar lendo…

Desenho no Odosketch

Pois é, eu não saio do computador então só podia acabar desenhando no computador. Outro dia achei este site muito legal chamado Odosketch onde a gente faz sketches usando o mouse. Apanhei um pouco no começo, mas comecei a pegar o jeito no final. Meu primeiro desenhinho lá:

Fiz outro:

Recordações de outros Natais

O Natal prá gente era o ápice da nossa vidinha infantil. Mas prá gente ele começava antes, já no final de outubro. Minha avó organizava uma encenação do presépio, com a netaiada e criançadas dos “agregados” da família. Os ensaios começavam bem antes, na catedral de Sant’Anna. Os netos mais velhos representavam os personagens mais importantes: José, Maria, os arcanjos Gabriel, do sonho de José e dos pastores de Belém, a Estrela-Guia, Isabel, a prima de Maria e mãe do João Batista, os três reis magos. Os menores eram relegados aos papéis menos importantes: pastores, anjinhos, bichinhos (sim, a vaca, o boizinho e o burrinho eram representados por crianças com máscaras). Com o tempo, minha vó foi ficando velhinha e a tarefa foi assumida pela minha mãe que acrescentou algumas cenas, como a do soldado romano lendo o edital sobre o rescenceamento, a do casal José e Maria procurando uma estalagem em Belém, e a do tirano Herodes consultando os doutores da lei e ordenando a matança dos inocentes. Continuar lendo…

Compreender a vida é uma tarefa inútil, aceitar a morte é uma tarefa quase impossível, mas mais dia menos dia, tudo passa e tudo passará. Dia difícil, de perda, de reflexão. Pensando que amar é quase sobrehumano, como diz a música. Mas é preciso. É preciso parar de buscar em outro lugar o que a gente tem aqui mesmo e aceitar o que a gente tem.

Eu me canso de mim mesma, muito mesmo, mas não posso desistir. Acho que não mereço muita coisa, e ao mesmo tempo acho que eu mereço muito, muito mais. Mas eu sou um leão, eu sou forte, eu choro alto, eu soluço, mas eu continuo. Às vezes, acho que sou como um cavalo enlouquecido, desgovernado e o cavaleiro perdeu as rédeas. Não consigo me controlar e quando eu vejo fui eu mesma, eu novamente, sempre eu. Mas a verdade é que eu sou eu e não me vejo sendo outra, por mais doloroso que isso seja, prá mim e pros outros.

Mas eu tenho estofo, eu tenho dentro de mim, uma pessoa que mesmo tremendo desesperadamente faz o que tem que ser feito, pro bem e pro mal. Isso eu sei de mim. E tem muita gente que na hora salta de lado. Eu sei que assusto os outros, sou de dar medo, pois tenham medo mesmo seus covardes. Porque eu estou aqui inteira, de carne de osso, sou gente de verdade. Não sou uma fantasia, não tapo sol com peneira.

O que eu preciso é focalizar quem eu sou de verdade e buscar meu caminho, estou vivendo muito ao Deus dará, me deixando levar pela corrente, que está a meu favor, mas uma hora vira e eu fico sem nada.

O mendigo na chuva

Está passando agora na tv aquele filme, Crash, que segue a mesma linha do Babel. Tramas paralelas que se tocam e que falam dos problemas sociais dos nossos tempos: racismo, violência, guerra, etc. Quer dizer, acho que de todos os tempos. Continuar lendo…

O meu WordCamp Brasil – parte 4

Finalmente entramos na última semana com tudo em cima, fizemos uma reunião via WebConf do MinC no domingo, gentileza concedida pelo Guilherme, para acertarmos detalhes da grade de palestras, voluntários e tudo mais. O Zé me passou os planos de viagem dele e do Matt. Sim dessa vez era certo, tudo confirmado. Eu fiquei de ir buscá-lo no aeroporto de Cumbica na quinta-feira às 15h. Pedi para minha amiga/prima-irmã/sócia Helô ir comigo, pois não dirijo em São Paulo. Com tantas coisas para fazer, quinta-feira chegou e às duas horas eu ainda não tinha arrumado minha malinha para ficar esses dias em Sampa, e ainda tinha que imprimir as etiquetas dos crachás, buscar os banners. Continuar lendo…

O meu WordCamp Brasil – parte 3

Essa é a continuação do post anterior.

E o “são” José Fontainhas não me falhou. O Zé é um cara muito gente boa, desde o começo sempre nos ajudou. Sempre ali, 100%. Simpático e tranquilo. Sabia que há pouco tempo tinha entrado para o time da Automattic. Pensei comigo: “Ele tem acesso ao Matt, ele pode interceder por mim”. O Matt deve receber trocentos emails e o meu deve estar até hoje na sua caixa de entrada. Precisava de alguém que falasse com ele tipo agora, já!
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O meu WordCamp Brasil – parte 2

Essa é a continuação do post anterior.

O Paulino Michelazzo, figura conhecida no meio do software livre me escreveu um email convidando a comunidade para participar do CMS Brasil, evento que teria a participação do Matt Mullenweg. Ele me pediu para indicar alguém para palestrar e mais alguém para participar de uma mesa redonda com o Matt depois da palestra dele. Indiquei o Leo Germani e me ofereci para a mesa redonda. Continuar lendo…

O meu WordCamp Brasil – parte 1

Aqui vai um (longo, prá não dizer que não avisei) relato ultra pessoal do que foi o WordCamp prá mim, dividido em três partes.

“Vem ao chat se puderes” – mensagem de José Fontainhas. “Se vires esta mensagem nos próximos 15 minutos, loga-te no gTalk. Vais gostar de ouvir. Se não falamos amanhã”. Continuar lendo…

Vamos

Ei, vamos andar por aí sem destino, a pé pelo meio da rua, olhando as estrelas, ou a lua, com as mãos nos bolsos, cabelos soltos, cabeça prá trás.

Vamos rir e sorrir e se chover, receber a chuva na cara, se ventar sentir o vento roçando as bochechas, se estiver frio, vamos assoprar e ver o vapor. Se estiver calor, vamos andar descalços e com as roupas leves, vamos! Continuar lendo…

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